segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O povo quer independência !

Olhando um vídeo feito pelo Bráulio Bessa autor da pagina 'Nação Nordestina'' sobre uma manifestação de preconceito feitas por um torcedor do Internacional de Porto Alegre no qual jogaria com o Ceará pela copa do Brasil, o mesmo menosprezou o time do Ceará junto com o povo nordestino, vendo os comentários do vídeo eu realmente me deparei com pessoas simpatizantes pelo movimento separatista do Nordeste, pois ninguém aguenta mais esses insultos feitos por alguns sulistas. 
As curtidas também revelam a simpatia do povo por querer um ''Nordeste Livre'', portanto peço a quem ta lendo esse artigo faça o mesmo em algum post envolvendo o Nordeste incentivando as pessoas ao separatismo, assim o movimento vai ganhar força em todo território para que futuramente que a nossa causa seja uma realidade viva.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O que foi a Revolução Pernambucana ?

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Bandeira usada por revoltosos.

A chegada da Família Real Portuguesa, a partir de 1808, estabeleceu uma série de transformações que determinaram maior liberdade econômica às elites agroexportadoras do país. Contudo, essas regalias também foram seguidas pela elevação dos impostos para o financiamento de conflitos em que Dom João VI havia se envolvido. Ao mesmo tempo, observamos que os comerciantes portugueses foram notadamente beneficiados com regalias que ampliavam os lucros da chamada “nobreza da terra”.

Tais medidas chegaram à região de Pernambuco no momento em que os produtores sofriam com a flutuação do açúcar e do algodão no mercado internacional. Mediante essa dificuldade econômica, grande parte da população tinha grande dificuldade para pagar os impostos estabelecidos pela Coroa Portuguesa. Isso tudo ocorria em um tempo no qual os ideais de liberdade e igualdade do iluminismo rondavam alguns quadros da elite intelectual da época.

Nesse contexto de tantas insatisfações e problemas, os proprietários de terra e outros brancos livres pobres organizaram o movimento que eclodiu em março de 1817. Após derrotarem as tropas defensoras de Portugal, os revoltosos formaram um governo provisório composto por cinco membros. Além disso, estabeleceram a formação de um grupo de emissários que difundiriam o movimento em outras capitanias do Brasil e algumas nações europeias.

Logo que soube do ocorrido, o governo português organizou tropas na Bahia e no Rio de Janeiro com o objetivo de abafar o levante. Enquanto as tropas terrestres tomavam as regiões do interior, a cidade do Recife foi cercada por embarcações que interromperam a comunicação da capitania com outras regiões. Os lideres acabaram sendo presos e executados. Dessa forma, o governo lusitano preservava a sua hegemonia política através da força das armas.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O que foi a Confederação do Equador ?

                                                             Bandeira usada por revoltosos.

Após a chegada da Corte portuguesa, em 1808, o Rio de Janeiro não teve do que reclamar. Dom João VI e seu séquito transformaram a cidade no centro do Império Português. Ela passou a receber impostos vindos das outras regiões do Brasil e a desfrutar de todas as vantagens do sistema colonial. Se antes os brasileiros odiavam o controle exercido por Lisboa, agora era a supremacia do Rio que causava indignação. Na região norte (que hoje chamamos de Nordeste), o ressentimento com a corte era enorme. As cidades de lá não viam vantagem em mandar tanto dinheiro para o sul. Entre as taxas, havia uma destinada a financiar a iluminação das ruas do Rio. Não é surpresa que ela tenha se tornado o grande símbolo da exploração.

Em nenhum lugar a revolta foi tão contundente como em Pernambuco. Entre 1817 e 1824, a província se manteve em estado de rebeldia constante, tornando-se uma pedra no sapato do rei português dom João VI e, depois, do imperador brasileiro dom Pedro I.





Após a independência, o Brasil precisava de novas leis. Em 1823, foi eleita uma Assembléia Constituinte, que se reuniu no Rio de Janeiro. Mas, em 12 de novembro, dom Pedro I ordenou seu fechamento. Os temores haviam se concretizado: o imperador não estava muito a fim de dividir seu poder. Na província de Pernambuco, a reação veio rápido e, em 13 de dezembro, as câmaras municipais de Recife e Olinda elegeram uma junta de governo. À frente dela estava Manuel de Carvalho. Veterano da Revolução de 1817, ele havia se refugiado nos Estados Unidos, onde se encantara com o grau de autonomia dos estados. Era isso o que muitos pernambucanos queriam para o Brasil. Mas, em 25 de março de 1824, o imperador entregou ao país uma nova Constituição. No texto, dom Pedro I estava acima do povo e de qualquer instituição. E era ele, claro, quem deveria escolher os presidentes das províncias.


Para Pernambuco, o imperador nomeou José Carlos Mayrink. Em meio à agitação na província, entretanto, o escolhido não teve coragem de assumir. Dom Pedro I mandou uma esquadra bloquear o porto de Recife enquanto o poder não fosse passado a Mayrink. Os pernambucanos continuaram irredutíveis até que, em junho, a frota teve de voltar ao Rio por causa de uma suposta ameaça de invasão portuguesa.


Com o fim do bloqueio, Manuel de Carvalho propôs que as províncias do norte se unissem para formar um país independente. Em 2 de julho de 1824, nascia a Confederação do Equador, inspirada nos Estados Unidos. Um dos membros mais destacados do movimento foi Frei Caneca. Com sua influência religiosa, ele conseguiu o apoio de Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, que aderiram à Confederação. Em pouco tempo, as notícias sobre o levante no Brasil chegavam no exterior. Nem todas as grandes nações da época haviam reconhecido a autoridade de dom Pedro I e a revolta não ajudava em nada a diplomacia. Em agosto, tropas imperiais desembarcaram em Alagoas e de lá foram para o Recife e contaram com os senhores de engenho que ajudaram a derrubar os rebeldes.


A Confederação foi extinta em 29 de novembro. Manuel de Carvalho foi poupado e fugiu para a Inglaterra, enquanto outros líderes da insurreição foram executados. No Rio de Janeiro, a Corte respirava aliviada com a manutenção de seu poder sobre todo o país. Mas vivia com medo dos pernambucanos.








quarta-feira, 30 de julho de 2014

Qual é o motivo da nossa luta ?


Simples, Não é do século XXI que temos problemas sociais, isso todo mundo concorda, o fato que as regiões Sudeste e Sul respectivamente tem altos prejuízos com a união, 80% dos impostos que é arrecadado lá vão para Brasília, chegando em Brasília a união distribui parte do dinheiro para os estados mais pobres das regiões Norte e Nordeste. A pergunta é a seguinte: O dinheiro chega realmente ao Nordeste ? O povo passa bem ? Em épocas de seca esse dinheiro é realmente utilizado ? Cremos que não, pois se esse dinheiro fosse realmente investido em políticas públicas o povo nordestino não estariam  precisando de ajuda, as nossas grandes obras como a trans nordestina estaria pronta há anos em curto prazo, a transposição também. Isso é um contexto que devemos pensar bem, alguns cidadães do Centro-sul deveriam pensar antes de atacar todo o povo nordestino e o território como se nos fossemos culpados pelo atual desgoverno.